Próxima vez estarei lah!!! X)
quinta-feira, 26 de abril de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007

Conversa de Pierrot com Arlequim
Pierrot: Arlequim, essa noite tive um sonho... desses que se sonha... flores densas e desbotadas desciam do céu com toda a brutalidade, cobriam a relva pictórica como a alegria de um abraço. Dele, se avistava o desenho mais lindo e lúdico. Fitou-me como quem espera uma paixão pra vida inteira, um sentimento de carinho e dor que se misturavam. Contudo, a tristeza da incerteza e o calor que vazava do peito me abateram como se quisesse beijar os seus olhos. Fiz sonhar em mim mesmo de que aquele era o meu amor. E enquanto me ocupava com meus devaneios ela se foi. Despertei no banco da praça com meu ar pálido e distraído.
Arlequim: Hahaha... não era sonho Pierrot pueril. Eu também a vi... chamava-se Colombina. Loira como o bordado do sol que rasga o céu e branca que até mesmo o mais belo alvor se esconderia diante de tal beleza e delicadeza.
Pierrot: Me lamentei depois, mas ainda a espero... tenho esperanças de ainda a ver, pra lhe contar todas as minhas aventuras e decepções. Olhe Arlequim, você sabe o que é ter e mais tarde perder a quem se ama. Você sabe o que é ver quem se quer partir, mas ainda assim supera a dor com outro amor. Já me cansei de casos vazios, de lamentos aparentemente verdadeiros, da dor que emana da flor despedaçada, pois sei que tenho pressa e que de tantas paixões não é possível que não sobre nem uma pr'a mim.
Arlequim: Vamos Pierrot, você bem sabe que eu não acredito em suposições, em quimeras. O passado é concreto, certo e inquebrantável, o futuro é vago, não há como distinguir ou programar sonhos, todos são de confete... por isso, sabe bem, o presente é a minha casa, aqui fico seguro para beber em meus pensamentos, aqui as coisas acontecem com a brutalidade de sempre, mas ainda há tempo de mudar, de se esquivar...
Pierrot: Mas porque se esquivar de tal beleza? Colombina, como você diz, era o crepúsculo do dia, até o mais fausto Rei se curvaria debaixo dos seus olhos. O desejo de beija-la era inexorável e sentia que ela também o desejava.
Arlequim: E porque não o fez?
Pierrot: Não poderia, era tão imaculada que seria para mim quase uma heresia.
Arlequim: Pois eu o fiz.
Pierrot: Como? A dor que bebes do meu peito já não lhe basta? Ainda assim quer me confrontar com a sua lascívia? Como se atreve?
Arlequim: Pierrot, figura patética, se acalme. Quer que lhe conte como foi?
Pierrot: A sua petulância e luxúria me causam náuseas.
Arlequim: Pois bem, assim se deu o acontecido.
Na mesma noite em que a viste
A encontrei pouco antes
Debaixo de um orvalho
Entre as flores do campo
Nos olhamos como dois pássaros
Mas sem asas
E dei-lhe o que você deseja tanto
Passado o tempo com ajuda do vento
Colombina me desdenhou
Enquanto perdia sangue
E sentia ainda o gosto dos seus lábios
Correu de encontro ao nevoeiro
Indo mais tarde conhecer
Um Pierrot brasileiro
Pierrot: Seu conto é tão abstrato como meu sonho, Arlequim apaixonado.
Arlequim: Sim, mas a paixão passa com o tempo, desse sentimento eu entendo. O amor que tanto pregas é sofrido e indulgente, a paixão é remontada com os pedaços de sensações, boas sensações. Com o tempo se transforma em lubricidade, prazer, são evocações para que o beijo doce de Colombina seja o único a não esquecer.
Pierrot: O amor verdadeiro é o pior dos golpes, por isso o deixam para o final.
Arlequim: O amor que você diz ser verdadeiro não existe. São todos sonhos...
Pierrot: Mas é tão verdadeiro sonhar!
Arlequim: Esse mesmo amor singelo e puro que te faz enveredar pelos devaneios do pensamento lhe dando carícias é o mesmo que te apunhá-la e sangra pelas costas. O vulto suntuoso desse amor cobre de esperanças e riquezas a sombra da lua que te banha. Teu amor é de brinquedo.
Pierrot: E de brinquedo se fazem os beijos e agrados que tanto tens com muitas em uma noite, mas que nada lhe proporcionam ao amanhecer do outro dia. Não sou tão simples assim Arlequim, meus desejos podem ser inalcançáveis, mas ao menos os tenho. Esses sentimentos que ainda não entende só mostram como somos diferentes.
Arlequim: Levando em conta a sinceridade que se mistura com a ingenuidade de uma criança, posso lhe confidenciar que você é um poeta. Vive porque quer achar um modo de viver. Mas há uma gota de sangue em cada poema que você escreve. Esquece Pierrot ilusório, leva a vida de cântico, assim como eu. De tristeza romântica você só enche o mundo com o som de um Pierrot tristonho... e depois?
Pierrot: Qual tristeza não é senão romântica? As outras são considerações sobre assuntos de velhos, recordações que são muitas vezes inventadas no imaginário desses irrefreáveis bobos.
Arlequim: Concordo com suas considerações. Bobos são aqueles que inventam no seu imaginário algo que não fizeram, acreditando, mais tarde, com a insistência da mentira que tudo que diz é verdade, que realmente aconteceu. Pois bem, quem seria este bobo Pierrot?
Pierrot: Então, somos todos bobos, Arlequim sem coração. Em que lugar guarda os seus sonhos? Os meus, os guardo onde posso pegá-los.
Construí então um nada
E forrei com perfume amadeirado
O mesmo que você usava
Que era pr'a me confundir
E sentir um pouco de você
Se a escolha é sua
Espera o verão passar
Que o tempo que sobrar
A gente põe na mão
Feito areia
E deixa escorrer pelos dedos
Arlequim: Eterno sonhador...
Fiz então os olhos perfeitos
De um corpo que um dia
Nunca sonhei
E tinha o beijo mais doce
Que minha boca sorrindo
Fez questão de lembrar
Arlequim: Enfim, meu caro amigo, Arlequim sempre foi um Arlequim e Pierrot será sempre um sonhador que se esconde no seu paraíso onírico acreditando que amor e dor deveriam ser a mesma palavra.
E Pierrot chorou, ao lhe dizerem que era pra esquecer e começar tudo de novo... mais uma chamada pro tecido desbotado, que balançava pra lá e pra cá, pra lá e pra cá...
Fernando de Camp
Publicado no Recanto das Letras em
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Conversa de Pierrot e Arlequim
Pierrot é um personagem admirável!
Um amor platônico, um desprezo, um Arlequim fulgaz e vulgar e uma donzela, transformados em exemplo de situações cotidianas, que acontecem na vida de qualquer pessoa que possua um mínimo de bom sentimento , qualquer que seja!
Qualquer um que passa a sentir um "amor" por alguém, que é sincero e cuidadoso o bastante com tal pessoa, para que esse alguém se sinta confortável o bastante para permanecer ao seu lado e que é "trocado" por alguém sem o mínimo coração ou talvez apenas um pouco de empatia, toma como exemplo o pobre Pierrot e seu sofrimento pelo amor de Colombina...
Como pode alguém ser tão cego ao ponto de não enxergar o melhor caminho para si!?!?
Como o curto diálogo seguinte:
- "Por quê os maus são mais felizes e os bons sofrem tanto!?"
E a resposta para tão inocente pergunta?
Essa:
- "Alguém no mundo tem que pensar e rezar por eles... E seus momentos são pura ilusão! Enquanto os dos bons são curtos, únicos e que valem uma eternidade!"
Tsc!Tsc"Tsc!
...uma resposta tão inocente quanto a pergunta!/02/2005
segunda-feira, 23 de abril de 2007

Primeiro Post...
A mente humana
A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado.Seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos . Basta que você os aceite.
Essa ação sempre acontecerá, independentemente se vai trazer resultados positivos a você, ou não.
Um cientista de Phoenix, Arizona, queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas consequências. Conseguiu um em uma penitenciária. Era um condenado a morte, que seria executado em uma cadeira elétrica.
O cientista lhe propôs o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade. caso contrário, ele iria falecer pela perda de sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou isso, pois era preferível a morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver.
O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospital e amarraram seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar do seu sangue na vasilha. O corte fo i superficial e não atingiu nenhuma veia ou artéria, mas foi suficiente para que sentisse o pulso sendo cortado. Sem que soubesse, debaixo da cama, havia um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem seu pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio.
De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era o seu sangue que diminuía.
Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula...
.. o condenado teve uma parada cardíaca e morreu, sem ter perdido uma gota de sangue!
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pela pessoa, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte psíquica quer seja na parte orgânica.
A mente não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado!
=================================================================================================
Bem, sendo verdade ou não, confesso que achei o texto bem interessante!
Não duvido nada do poder da mente de cada um...
Espero que quando alguém ler esse post, comente algo que me ajude a formar uma opinião mais concreta!!!
Pois esse texto foi enviado para meu email por uma amiga minha, que também achou muito interessante, mas eu não conheço muito bem esse tipo de coisa!!! bem que meu irmão poderia me ajudar neh.!!!?? ^^
Bejundas!
=*
A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado.Seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos . Basta que você os aceite.
Essa ação sempre acontecerá, independentemente se vai trazer resultados positivos a você, ou não.
Um cientista de Phoenix, Arizona, queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas consequências. Conseguiu um em uma penitenciária. Era um condenado a morte, que seria executado em uma cadeira elétrica.
O cientista lhe propôs o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade. caso contrário, ele iria falecer pela perda de sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou isso, pois era preferível a morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver.
O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospital e amarraram seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar do seu sangue na vasilha. O corte fo i superficial e não atingiu nenhuma veia ou artéria, mas foi suficiente para que sentisse o pulso sendo cortado. Sem que soubesse, debaixo da cama, havia um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem seu pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio.
De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era o seu sangue que diminuía.
Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula...
.. o condenado teve uma parada cardíaca e morreu, sem ter perdido uma gota de sangue!
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pela pessoa, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte psíquica quer seja na parte orgânica.
A mente não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado!
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Bem, sendo verdade ou não, confesso que achei o texto bem interessante!
Não duvido nada do poder da mente de cada um...
Espero que quando alguém ler esse post, comente algo que me ajude a formar uma opinião mais concreta!!!
Pois esse texto foi enviado para meu email por uma amiga minha, que também achou muito interessante, mas eu não conheço muito bem esse tipo de coisa!!! bem que meu irmão poderia me ajudar neh.!!!?? ^^
Bejundas!
=*
segunda-feira, 9 de abril de 2007
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